Viver Morrostock 10 anos – Um dos festivais independentes mais ativos no sul.

Três dias de desconexão com o mundo material e de conexão entre pessoas, natureza e música. Esse foi o compromisso assumido, e entregue, do Morrostock 10 anos.

O festival multicultural, junto da produção musical independente, principalmente do Rio Grande do Sul, apresentou mais de 40 shows, oficinas de sustentabilidade, artes de rua e atividades espirituais em um espaço rural. A proposta? – Imersão total na energia cósmica proporcionada pela conexão de um festival junto a natureza, de um novo mundo!

Pela primeira vez o Morrostock foi ao Balneário Ouro Verde, em Santa Maria, um lugar gigante e estruturado para receber campistas e amantes da natureza. – Um put@ riacho de água cristalina e bem propícia para aproveitar o astro rei, cercava o espaço do campign. Percorrer uma trilha até a cachoeira era possível, também com visitas guiadas. O Palco principal tinha ao fundo um paredão de rocha e árvores verdes que ornava de forma irreal com o ideal ‘utópico’.

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Foto Ana Karoline Lottin

Histórico no Rio Grande do Sul e dez edições completadas, o Morro cria um espaço único para as bandas do sul apresentar e divulgar seu trabalho, tanto para o público quanto na conexões com outros artistas e produtores do estado e país. Um mix de bandas e da música gaúcha e de nomes reconhecidos do país junto com os novíssimos nome da música independente. (Programação completa)

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Liniker e os Caramelows / Foto: Ana Karoline Lottin

Prova do sucesso é o poder transformador do cenário independente, que movimentou mais de duas mil pessoas para viver esse momento.Artistas que não atingem a grande mídia, mas que mostram a força da produção autoral. O produtor do festival, Paulo Zé, comenta o sucesso de reunir esse pessoal. “Em matéria de conceito, as bandas independentes dão uma lavada, ou como dizem no sul ‘dão de relho’ nos mainstreams.”

Santa Catarina representou o estado com bons nomes da cena daqui. Os  Skrotes, de Floripa e que já levam o nome por todo estado, se apresentaram no Palco Pachamama, palco principal, no domingo, último dia de evento. As bandas Helvéticos, representando o litoral catarina e Epopéia, de Chapecó, completaram o registro das multifacetas da música catarinense e de seus territórios. Os shows foram no Palco Pacal, com apresentações na sexta e sábado respectivamente.

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Banda Helvéticos – SC / Foto Ana Karoline Lottin

As experiências sensoriais e a energia cósmica proporcionadas pelo Morro fomenta ações para além evento. A conexão entre os produtores locais e bandas gera circuitos que fortalecem o cenário independente e possibilitam a circulação dos artistas.

O Morrostock prometeu e cumpriu. Trouxe o equilíbrio e harmonia da natureza junto do novo cenário criativo musical e cultural do sul. Experiência única #vivermorrostock!

O Cena esteve presente, acompanhou as apresentações das bandas daqui e registrou um pouco do que foi #Motock10anos.  A cobertura fotográfica completa, está disponível no flickr.

Festival Morrostock 2016

E logo, trazemos mais registros das experiências #morrostokiana desses três dias!

Por Susana Lima